Para quem é
Quem precisa de resposta com fonte: pesquisa, estudo, comparação de preço, verificação de loja, “isso é verdade?”. Em vez de dez links azuis pra abrir um por um, você recebe a resposta pronta — e os links ficam do lado, numerados, pra conferir.
Para quem não é
Quem quer texto criativo, mensagem com jeito de gente ou conversa longa de ida e volta. Ele pesquisa melhor do que escreve. Pro texto, leve o resultado pro ChatGPT.
Pontos fortes
- Cita as fontes com link, numeradas na resposta. Conferir leva segundos.
- Forte em pergunta atual: notícia, preço, prazo, regra que mudou.
- Entende pergunta em português coloquial e responde em português.
- O modo de busca avançada vasculha mais fundo e monta relatório com as fontes.
Pontos fracos
- Escreve pior que o ChatGPT quando o pedido é texto criativo ou mensagem pessoal.
- No grátis, a busca comum é liberada, mas as buscas avançadas são contadas — na casa de meia dúzia por dia (conferido em outubro de 2026).
- Fonte citada não é fonte boa por definição: ele às vezes cita site fraco com a mesma pose de jornal grande. A regra da casa vale aqui: clique em pelo menos duas.
Um pouco de história
Fundado em 2022 por ex-pesquisadores de IA, apostou numa ideia simples: buscador que responde em vez de listar links. Virou o queridinho de quem pesquisa pra trabalhar — estudante, jornalista, analista — e foi crescendo recurso: busca avançada com relatório, espaços de pesquisa organizados e até um navegador próprio com o assistente embutido, o Comet. É a ferramenta que eu abro quando a pergunta começa com “é verdade que…”.
